quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
pffffffff - como diriam uns e outros
Não percebo, nem nunca percebi, não acredito, nem deixo de acreditar, mas fica-me sempre a dúvida: porquê eu? Porquê a mim? E se estiver aqui a resposta ao caminho que se segue?
Há uns, muitos, meses atrás estava eu a jantar no Bairro Alto com outras das autoras do blog quando somos interrompidas por um 'vende coisas várias' que nos perguntou se queríamos a pulseira da sorte. Claro está que com um sorrisinho amarelo, amavelmente, tratámos de despachar o senhor 'vende coisas várias' e prosseguir com o jantar.
Não passado muito tempo, o senhor 'vende coisas várias', regressa à nossa mesa e lança o terror: duas pulseiras, uma para cada uma, sob a ladainha: amor bom, marido bom, saúde, dinheiro, carreira... e enquanto nos colocava a pulseira no bracinho fez uma reza.
Pelo sim, pelo não, lá andámos com a pulseira uns tempos. A M. andou até ela lhe ter dado o prometido amor bom, eu até a ter dado a uma criancinha com 4 anos.
Há três semanas, estou com a M. a beber café, Sábado de manhã, tranquilo, sol, esplanada, compras e puf! Uma cigana que nos quer ler os olhos, que nos fala da verdade das suas palavras porque é guiada por Deus, que me diz: 'há alguém que gosta muito de si, quer saber o nome?'.
Não, não quero saber nem nome, nem coisas dessas estranhas que diz que vê nos meus olhos. Por favor, se eu estou de óculos de sol como é que a senhora pode ver através das lentes que há alguém que gosta de mim?
A minha família gosta de mim, os meus amigos gostam de mim, os meus leitores gostam de mim (?), mas aquele 'alguém' que gosta de mim não pode ser verdade. E a senhora lá segue caminho e nós ficamos, mais uma vez, e se...?
Ontem, sem a M., estou na minha caminhada fugaz para apanhar o comboio e do nada, sai-me uma personagem ao caminho, espeta-me um cartão na mão e diz: vai precisar, está a precisar.
Eu? Vou precisar de quê? Preciso de quê?
Sigo caminho sem olhar para o papel, activo o bilhete, subo para a plataforma do comboio e ouso olhar para o cartão.
Lá está: Professor Mamadu faz coisas e cenas e coisas e cenas várias.
Eu quero lá saber o que me vai acontecer amanhã! Não quero, obrigadinha mas não quero. E não percebo porque é que naquele dia no restaurante foi a nós que o senhor 'vende coisas várias' escolheu para dar as pulseiras e fazer a reza, não entendo porque é que com tanta gente na rua a cigana embicou connosco e ultrapassa-me a aparição repentina do homem que me deu ontem o cartão com o recado. MEDINHO.
Pfff, dão cabo de mim!
Há uns, muitos, meses atrás estava eu a jantar no Bairro Alto com outras das autoras do blog quando somos interrompidas por um 'vende coisas várias' que nos perguntou se queríamos a pulseira da sorte. Claro está que com um sorrisinho amarelo, amavelmente, tratámos de despachar o senhor 'vende coisas várias' e prosseguir com o jantar.
Não passado muito tempo, o senhor 'vende coisas várias', regressa à nossa mesa e lança o terror: duas pulseiras, uma para cada uma, sob a ladainha: amor bom, marido bom, saúde, dinheiro, carreira... e enquanto nos colocava a pulseira no bracinho fez uma reza.
Pelo sim, pelo não, lá andámos com a pulseira uns tempos. A M. andou até ela lhe ter dado o prometido amor bom, eu até a ter dado a uma criancinha com 4 anos.
Há três semanas, estou com a M. a beber café, Sábado de manhã, tranquilo, sol, esplanada, compras e puf! Uma cigana que nos quer ler os olhos, que nos fala da verdade das suas palavras porque é guiada por Deus, que me diz: 'há alguém que gosta muito de si, quer saber o nome?'.
Não, não quero saber nem nome, nem coisas dessas estranhas que diz que vê nos meus olhos. Por favor, se eu estou de óculos de sol como é que a senhora pode ver através das lentes que há alguém que gosta de mim?
A minha família gosta de mim, os meus amigos gostam de mim, os meus leitores gostam de mim (?), mas aquele 'alguém' que gosta de mim não pode ser verdade. E a senhora lá segue caminho e nós ficamos, mais uma vez, e se...?
Ontem, sem a M., estou na minha caminhada fugaz para apanhar o comboio e do nada, sai-me uma personagem ao caminho, espeta-me um cartão na mão e diz: vai precisar, está a precisar.
Eu? Vou precisar de quê? Preciso de quê?
Sigo caminho sem olhar para o papel, activo o bilhete, subo para a plataforma do comboio e ouso olhar para o cartão.
Lá está: Professor Mamadu faz coisas e cenas e coisas e cenas várias.
Eu quero lá saber o que me vai acontecer amanhã! Não quero, obrigadinha mas não quero. E não percebo porque é que naquele dia no restaurante foi a nós que o senhor 'vende coisas várias' escolheu para dar as pulseiras e fazer a reza, não entendo porque é que com tanta gente na rua a cigana embicou connosco e ultrapassa-me a aparição repentina do homem que me deu ontem o cartão com o recado. MEDINHO.
Pfff, dão cabo de mim!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
devaneios rápidos
Anunciei no facebook que estava à procura de novos donos para a tartaruga do meu irmão Xico... passado um minuto foi arrematada! É por estas e por outras que eu tenho a minha página bastante activa. Oh se é!
O Xico vai-se embora amanhã, mais uma vez sem regresso definido e a mim só me ocorre dizer: OMG. No último mês conto com 3 despedidas e menos 3 pessoas importantes por perto. Quem é que se segue? Parem de me fazer estas coisas sff. Uma coisa sou eu a ir-me embora, outras são os meus pilarzinhos...
O Xico vai-se embora amanhã, mais uma vez sem regresso definido e a mim só me ocorre dizer: OMG. No último mês conto com 3 despedidas e menos 3 pessoas importantes por perto. Quem é que se segue? Parem de me fazer estas coisas sff. Uma coisa sou eu a ir-me embora, outras são os meus pilarzinhos...
Dia de São Valentim - a lenda.
Adoro quando o mundo se junta para me mostrar a todos os segundos que o dia que eu mais odeio no ano está aí a chegar.
Ele é corações nas montras, ele é mensagens promocionais da Vodafone, ele é concursos 'Faz-a-tua-cara-metade-feliz' na rádio, ele é peluches pegajosos a assombrarem a minha vida.
Não gosto. Aliás odeio. É a pirosada levada a um expoente máximo, é gente muito apaixonada por todo o lado, é muito fumfumfum ao mesmo tempo para a minha cabeça. Até podia gostar, poder podia mas não era a mesma coisa.
Porquê?
Porque chegámos a um consumismo desmedido no dia em que se devia celebrar a lenda na sua essência mais romântica. Aposto que puseram as criancinhas todas a fazer cartões mas não lhes explicaram como surgiu o dia de S. Valentim, nem quem era o Bispo Valentim... pois... pois não explicaram.
O bispo Valentim celebrou casamentos e abençoou amores quando o imperador Claúdio II proibiu as uniões amorosas aquando da guerra, este acreditava que os solteiros seriam melhores no campo de batalha. Depois de descoberto, o Bispo Valentim foi condenado à morte e já atrás das grades apaixonou-se por uma mocinha cega, conta a lenda que o amor curou a cegueira e que no dia em que morreu, o Bispo, deixou um bilhete à sua amada assinando "O Teu Valentim".
Eu gosto da lenda, não gosto do festival em que transformaram o dia.
Lamento.
E não, não é coisa de solteira. É coisa de romântica.
Ele é corações nas montras, ele é mensagens promocionais da Vodafone, ele é concursos 'Faz-a-tua-cara-metade-feliz' na rádio, ele é peluches pegajosos a assombrarem a minha vida.
Não gosto. Aliás odeio. É a pirosada levada a um expoente máximo, é gente muito apaixonada por todo o lado, é muito fumfumfum ao mesmo tempo para a minha cabeça. Até podia gostar, poder podia mas não era a mesma coisa.
Porquê?
Porque chegámos a um consumismo desmedido no dia em que se devia celebrar a lenda na sua essência mais romântica. Aposto que puseram as criancinhas todas a fazer cartões mas não lhes explicaram como surgiu o dia de S. Valentim, nem quem era o Bispo Valentim... pois... pois não explicaram.
O bispo Valentim celebrou casamentos e abençoou amores quando o imperador Claúdio II proibiu as uniões amorosas aquando da guerra, este acreditava que os solteiros seriam melhores no campo de batalha. Depois de descoberto, o Bispo Valentim foi condenado à morte e já atrás das grades apaixonou-se por uma mocinha cega, conta a lenda que o amor curou a cegueira e que no dia em que morreu, o Bispo, deixou um bilhete à sua amada assinando "O Teu Valentim".
Eu gosto da lenda, não gosto do festival em que transformaram o dia.
Lamento.
E não, não é coisa de solteira. É coisa de romântica.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Hunpf!
Quero mudar a carinha ao meu blog, só não sei como!
Porque é que eu não sou uma pessoa super dotada nestas coisas? Porquê??
Porque é que eu não sou uma pessoa super dotada nestas coisas? Porquê??
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
PALAVRA DE ORDEM

Recomendo:
os brownies
os kikos de chocolate
o chocolate branco com framboesas
o chocolate de chá verde
os bombons todos
as cookies com pepitas
o café
a boa música dentro da loja
os simpáticos donos que nos recebem de sorriso na cara (O Sérgio e a Carla)
a Sra Minha Avó recomenda as rodelas de laranja com chocolate
o Sr Meu Tio Rebola recomenda os panetonnes...
e burro é quem não se for enfiar na loja:
Xocoa | Rua do Crucifixo - 112/114 | Lisboa | Baixa Chiado (Saída do Metro) - Horário: 2ª a sábado, 10h00-20h00
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